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Deixando as crianças escolherem… sua sexualidade?

Um recente vídeo no YouTube apresentando a resposta de um pai californiano à decisão de seu filho de ter uma boneca viralizou, tendo milhões de visualizações até agora.  Se formos acreditar nos comentários deixados nesse vídeo de auto-promoção, esse homem está indicado ao próximo prêmio de Pai do Século.  O que ele diz para seu filho que é tão surpreendentemente sábio?  Bem, caso você não tenha visto ainda, permita-me preparar o cenário:  o pai e o filho vão à loja para devolver um brinquedo repetido que o garoto ganhou de aniversário.  Então, o que o garoto escolhe?  Uma boneca da pequena sereia!  Essa escolha singular provoca a seguinte resposta do pai: “Isso aí, Uhu!!”Ele esta emocionado porque seu filho fez tal escolha corajosa!  Então, nosso querido pai prossegue compartilhando sua filosofia de criação de filhos com o mundo: Ele apoiará toda e qualquer decisão que seus filhos fizerem.  Ele os amará, não importa o que aconteça.  E ele até apoiará eles quando eles fizerem escolhas a respeito de sua sexualidade.  Em outras palavras, se seu filho quer escolher “coisas de agora” ou mesmo tornar-se mulher algum dia, esse pai é totalmente a favor.  Obrigado, Bruce Jenner!

Reconquistando seu cérebro de volta da pornografia

No artigo anterior, eu escrevi sobre a dimensão fisiológica do vício em pornografia. Uma nova pesquisa neurológica sugere que ela é tão poderosa quanto o vício em cocaína e heroína devido a singular combinação de estimulante e relaxante. A pornografia imprime verdadeiros caminhos fisiológicos no cérebro. Toda a experiência sexual tende a migrar para esses caminhos.

Eu concluí dizendo que nenhuma dessas pesquisas neurológicas surpreende Deus. Ele estruturou a interconexão entre o cérebro e a alma. Descobertas sobre as conexões entre a realidade física e a espiritual não anulam tais realidades.

Não tome parte na abolição do homem

Não permita que essa nova pesquisa neurológica faça com que você veja a si mesmo somente como carne e reações químicas. Este é o grande mito do mundo moderno – o que C.S. Lewis chamava de a abolição do homem. Essa é a teoria de que o pensamento humano é nada mais que movimentos no cérebro. É uma teoria desenvolvida para destruir a si mesma.

Pornografia: O Novo Narcótico

O novo narcótico. Morgan Bennett acabou de publicar um artigo com esse título. A tese:
Uma pesquisa neurológica revelou que o efeito da pornografia na internet sobre o cérebro humano é tão potente — se não mais — do que substâncias químicas que viciam, tais como cocaína e heroína.
Para piorar as coisas, existem 1,9 milhões de usuários de cocaína, e 2 milhões de usuários de heroína, nos Estados Unidos, comparado a 40 milhões de usuários regulares de pornografia online.

Aqui está o porquê do poder viciante da pornografia poder ser pior:
Cocaína é considerada um estimulante que aumenta os níveis de dopamina no cérebro. Dopamina é o principal neurotransmissor que as substâncias mais viciantes liberam, enquanto causa uma “alta” e um subsequente desejo por uma repetição da alta, ao invés de uma sensação posterior de satisfação por meio de endorfinas.

Heroína, por outro lado, é preparada com ópio, que tem um efeito relaxante. Ambas as drogas provocam tolerância química, que requer quantidades cada vez mais altas da droga para atingir a mesma intensidade de efeito.

Pornografia, ao fazer ambos o despertar (o efeito de “alta” via dopamina) e causar um orgasmo (o efeito “relaxante” via ópio), é um tipo de “polidroga” que provoca ambos os tipos de substâncias químicas viciantes no cérebro de uma vez, aumentando sua tendência viciante.
Mas, Bennett diz, “pornografia na internet faz mais do que apenas aumentar significativamente o nível de dopamina no cérebro por uma sensação de prazer. Ela literalmente altera a matéria física dentro do cérebro para que novos caminhos neurológicos necessitem de material pornográfico, a fim de provocar a sensação de recompensa desejada.”

O engano do pecado sexual

Descrentes não “lutam” contra a atração por alguém do mesmo sexo. Eu não me sentia assim. Meu amor por mulheres raramente era uma luta.

Eu não era lésbica desde sempre, mas perto dos trinta anos eu conheci minha primeira namorada. Eu estava apaixonada e acreditava que finalmente havia me encontrado. Sexo com outras mulheres se tornou parte da minha vida e identidade, mas não era a única parte – e nem sempre a maior parte.

Eu simplesmente preferia mulheres em tudo: companhia, conversas, camaradagem e os contornos de seus corpos. Eu me sentia acolhida nesse meio, construindo minha casa e meu lar em meio à comunidade lésbica.

Quando ainda era uma professora de linguística não convertida, advogada do pós-modernismo e pós-estruturalismo e oponente de qualquer meta-narrativa totalizante (como o Cristianismo, eu diria na época), encontrava paz e significado na minha vida como lésbica e na comunidade homossexual que eu ajudava a construir.

40 perguntas para cristãos apoiando a bandeira do arco-íris

Para os evangélicos que lamentam a decisão da Suprema Corte americana da última Sexta-Feira, os últimos dias foram difíceis. Não estamos pedindo que sintam pena de nós, nem imagino que muitas pessoas estejam dispostas a isso. Nossa dor não é sagrada. Tomar decisões legais e teológicas baseadas no que faz as pessoas se sentirem bem é parte do que nos levou a toda essa bagunça, para começo de conversa. De qualquer forma, é doloroso.

Há muitas razões para o nosso lamento, desde o medo de que a liberdade religiosa nos seja tirada a preocupações com ostracismo social e marginalização cultural. Mas de todas as coisas que nos entristecem, talvez a que seja mais difícil é ver alguns de nossos amigos, alguns de nossos familiares e algumas pessoas que já sentaram ao nosso lado na igreja dando seu “amém” para uma prática que nós ainda cremos que seja pecado e para uma decisão que cremos ser ruim para todo o país. Uma coisa é a nação inteira dar uma festa da qual não podemos participar em boa consciência. É outra completamente diferente olhar ao redor para vermos se não estamos sozinhos e descobrir que nossos amigos estão na pista de dança. Nós pensávamos que o arco-íris era um sinal de Deus (Gênesis 9.8-17).

Há diferença entre pecado heterossexual e pecado homossexual?

Sou grato ao Sean Lucas por compartilhar, via Facebook, um excelente artigo de David Prince, “Will I Be Fully Accepted at Your Church as a Gay Man?” [Serei completamente aceito na sua igreja se eu for gay?”]. Ele respondeu dizendo que um homem gay certamente seria bem vindo para adorar na igreja. Ele seria recebido no rol de membros da igreja, por meio de uma profissão de fé em Cristo que incluísse o desejo de se arrepender de seus pecados. Ele também precisaria entender que a igreja considera a homossexualidade uma versão do sexo fora do casamento, um pecado a ser perdoado e uma tentação a ser resistida.

Prosseguindo, Prince afirma o ponto central, uma resposta que aponta para a natureza da membresia para qualquer pecados. Um homem gay será recebido plenamente em sua igreja? Ele responde: “se você quer dizer que deseja uma igreja onde qualquer comportamento seu seja afirmado e aceito na membresia, então a resposta é ‘não’”. Igrejas cristãs recebem homens e mulheres homossexuais assim como recebem qualquer outro tipo de homens e mulheres: por meio de uma profissão de fé em Jesus como Senhor e Salvador, incluindo uma disposição a se arrepender do pecado e viver de acordo com a Palavra de Deus.

O que a Bíblia diz sobre nascer gay?

Essa é uma questão complicada e muito dela depende do que nós queremos dizer com essa frase. Assim, vamos lidar com a pessoa que diz “eu nasci gay” e que afirma que houve alguma causa genética para sua atração por pessoas do mesmo sexo. Eu responderia que nós podemos examinar a literatura científica mais recente, que não apoia com muita força essa conclusão. Na verdade, o discurso oficial das principais associações psiquiátricas ou psicológicas dirá que nós não sabemos ainda de uma causa definitiva e que é provavelmente uma mistura de inato e adquirido. Assim, quaisquer relatos sobre um suposto “gene gay” são grandemente exagerados. Essa é uma coisa nós poderíamos dizer.

Nós poderíamos ir um pouco além e dizer: “Bem, talvez haja questões de química no cérebro ou há conexões em nós que tornariam as pessoas mais pré-dispostas a serem atraídas por pessoas do mesmo sexo”. Mas, mesmo isso não prova tanto quanto poderíamos pensar, pois temos visto estudos que sugerem que pessoas têm uma pré-disposição ao alcoolismo. Ou nós sabemos que se os homens têm níveis mais altos de testosterona eles podem ser mais ambiciosos, mais atléticos, mais propensos à promiscuidade, talvez mais propensos à irritação. Assim, há todo tipo de maneira de entender nossos corpos. E nós não desejamos um tipo de determinismo biológico que diz: “Como eu ajo e como me sinto é apenas produto dos meus genes, da minha química, ou algum tipo de ligação neural no cérebro”.

Ensinando as partes explícitas da Bíblia para as crianças

Uma das coisas que percebi na primeira vez que ensinei o livro de Gênesis por completo é que as narrativas patriarcais parecem muito mais com o tipo de coisa que você encontra nos seriados da TV a cabo do algo que você ouviria nos programas evangélicos matinais. Seja o relato de Cain assassinando seu irmão, o pecado sexual dos homens de Sodoma e Gomorra, o pecado de Abraão com Agar, o pecado de Judá com sua nora fingindo ser uma prostituta, o tratamento cruel de Simeão e Levi com os homens de Siquém, a traição dos irmãos de José ou a tentativa da mulher de Potifar de levar José para a cama, você não precisa ir além do primeiro livro da Bíblia para encontrar o que eu gosto de chamar de “as partes explícitas da Bíblia”.

A caminho do altar sem a sua virgindade

 Um jovem recentemente enviou-me a seguinte pergunta por e-mail:

"Pastor John, eu quero propor casamento a minha noiva, mas enquanto me preparo para isso, vem à minha mente os erros do passado. Penso na mulher com quem me relacionava antes de ser salvo, e nos erros que eu cometi com a minha atual noiva com quem, se Deus quiser, vou me casar. As pessoas costumam falar do zelo pela pureza antes do casamento, e como é terrível desperdiça-la. O que você pode dizer a um homem ou a uma mulher como eu, que lutam contra o remorso sexual do passado e suas consequências atuais, em relação ao compromisso do casamento?"
A principal coisa que eu quero te dizer é: A virgindade é um dom precioso que você não poderá dar a sua esposa, nem ela a você. Isso é muito triste e uma grande perda. Mas ainda existem dons que poderá proporcionar a ela, e Deus multiplicará esses dons de forma tão maravilhosa que esta perda não será destrutiva.

Ao meu pai que assiste pornografia, de sua filha

Querido Papai,

Antes de tudo, eu quero que você saiba que eu te amo e te perdoo pelo o que isso tem causado em minha vida. Eu também queria que você soubesse exatamente o que seu uso de pornografia tem feito na minha vida. Você pode achar que isso afeta somente você, ou mesmo os relacionamentos da mamãe e os seus. Mas isso tem tido um profundo impacto sobre mim, assim como sobre todos os meus irmãos.

Eu descobri a pornografia no seu computador por volta dos doze anos, mais ou menos, assim que estava começando a tornar-me uma jovem. Primeiro, me pareceu bastante hipócrita da sua parte que você estivesse tentando ensinar-me o valor do que eu deixo entrar na minha mente em termos de filmes, enquanto você entretinha regularmente sua mente com esse lixo. Suas conversas sobre tomar cuidado com o que eu assistia significavam virtualmente nada.

O Dever do Sexo no Casamento

Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os incrédulos também. Não ter sexo no casamento (sob as circunstâncias ordinárias) também é pecado; talvez nem todos estejam cientes disso. De acordo com I Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida. Negligenciar ou recusar fazer sexo com o seu cônjuge é roubo, uma quebra do oitavo mandamento: "Não furtarás."

A Bíblia tem coisas importantes para dizer sobre solteirismo, casamento e sexo. Dessa forma, a igreja deve ensinar esses assuntos, bem como as verdades da Santa Trindade, o fim dos tempos e a graça irresistível. A igreja ensina esses assuntos em sermões, salas de catecismo, aulas para noivos e (como agora) mediante escritos. Pais sábios também falam com seus filhos sobre essas questões, como fez Salomão com seu filho em Provérbios (e.g., Pv. 2:16-19; 5:3-23; 6:24-35; 7:6-27; 9:13-18).

Sem dúvida, a maneira, bem como o conteúdo, do ensino cristão sobre casamento e sexo é bem diferente daquela do mundo. Não objetivamos instigar ou excitar os santos, nem somos pudicos, simplesmente ignorando o assunto. Em vez disso, proclamamos o ensino bíblico sobre sexualidade com pureza e autoridade.

Moralidade Sexual


Consideremos agora a moralidade cristã no que diz respeito à questão do sexo, ou seja, o que os cristãos chamam de virtude da castidade. Não se deve confundir a regra cristã da castidade com a regra social da "modéstia", no sentido de pudor ou decência. A regra social do pudor estipula quais partes do corpo podem ser mostradas e quais assuntos podem ser abordados, e de que forma, de acordo com os costumes de determinado círculo social. Logo, enquanto a regra da castidade é a mesma para todos os cristãos em todas as épocas, a regra do pudor muda. Uma moça das ilhas do Pacífico, praticamente nua, e uma dama vitoriana completamente coberta, podem ambas ser igualmente "modestas", pudicas e decentes de acordo com o padrão da sociedade em que vivem. Ambas, pelo que suas roupas nos dizem, podem ser igualmente castas (ou igualmente devassas). Parte do vocabulário que uma mulher casta usava nos tempos de Shakespeare só seria usado no século XIX por uma mulher completamente desinibida. Quando as pessoas transgridem a regra do pudor vigente no lugar e na época em que vivem, e o fazem para excitar o desejo sexual em si mesmas ou nos outros, cometem um pecado contra a castidade. Se, porém, a transgridem por ignorância ou descuido, sua única culpa é a da má educação. É muito frequente que a regra seja transgredida a modo de desafio, para chocar ou causar embaraço nos outros. As pessoas que fazem isso não são necessariamente devassas, mas faltam com a caridade, pois é falta de caridade achar graça em incomodar os outros. Quanto a mim, não acho que um padrão de pudor extremamente rígido e exigente seja uma prova de castidade ou uma grande ajuda para que essa exista; por isso, considero um bom sinal o abrandamento e a simplificação dessa regra que se deu durante minha vida. O momento atual, entretanto, tem o inconveniente de que pessoas de idades e tipologias diferentes não reconhecem o mesmo padrão, de modo que não podemos saber em que pé estamos. Enquanto essa confusão durar, creio que as pessoas mais velhas, ou mais antiquadas, não devem julgar que os mais jovens ou "emancipados" estão corrompidos sempre que agem de forma despudorada (segundo o velho padrão). Em contrapartida, os mais jovens não devem chamar os mais velhos de moralistas ou puritanos só porque não conseguem se adaptar facilmente ao novo padrão. O desejo sincero de pensar sempre o melhor do próximo e de tornar-lhe a vida mais confortável resolverá a maior parte desses problemas.

3 mentiras que a pornografia te conta

Depois de três anos de casados, minha esposa, Trisha, acordou no meio da noite e se deu conta de que eu não estava na cama. Ela caminhou até nossa sala de estar e, tão logo ela olhou para a TV, eu mudei rapidamente de canal.

Ela começou a me questionar acerca do que eu estava assistindo, por que eu não estava na cama e por que eu mudei imediatamente de canal. Então a pergunta repetitiva surgiu: você luta com luxúria a pornografia? Quanto mais ela perguntava, mas intensa a conversa se tornava.

Então, eu neguei tudo. Eu disse que só estava passando pelos canais. Eu discuti com ela acerca do que ela viu. Eu a convenci de que eu não sofria com a pornografia ou luxúria. Ela não tinha nada com o que se preocupar. Eu estava mentindo.

Nessa época eu não sabia, mas aquela noite seria a primeira de muitas oportunidades que tive ao longo dos primeiros 10 anos de casamento para ser honesto sobre meu vício em pornografia. Eu era um pastor, e pastores não sofrem com luxúria ou pornografia. Pelo menos, nenhum pastor que eu conhecia lutava com isso. Eu me sentia sozinho.

A verdade é que eu não estava sozinho. Eu tinha amigos com os quais eu poderia conversar. Eu tinha parceiros de confiança para quem eu mentia. Havia outros pastores de quem eu fugia quando questionado acerca de pecados sexuais e lutas.

Sexo entre Casados

Vincent, a seguinte pergunta veio de uma moça cristã que é casada com um incrédulo. Já pensei sobre isso ocasionalmente, mas nunca discuti o assunto à luz das Escrituras. O que é considerado perversão sexual no casamento? Uma esposa tem que se submeter aos desejos do seu marido se ela é repulsiva por este tipo de comportamento sexual? Há alguma passagem da Escritura que se aplica ao exposto acima? E à auto-gratificação (masturbação)?
Com respeito a sua pergunta, eu posso dar uma resposta específica somente se você der exemplos específicos. Certamente, o princípio geral é que algo é imoral e proibido se ele violar (1) As declarações morais explícitas da Bíblia, ou (2) Alguma proposição validamente deduzida a partir da Bíblia.

Dito isso, em geral, eu seria a favor de uma posição de quase “tudo vale”, se as atividades sexuais ocorrem dentro do casamento. E nós sabemos que os pecados sexuais podem ser cometidos tanto pela mente como pelo corpo. Portanto, entre outras coisas, esta posição proibiria a pornografia, o swinging, e assim por diante.

Quanto ao que acontece dentro do casamento, não penso que ser “repulsivo” seja suficiente para recusar fazer algo. Depende de sobre o que estamos falamos. A pessoa repulsiva poderia estar em falta. Algumas pessoas são repulsivas (ou se não repulsivas, sentem-se horrorizadas ou culpadas) até mesmo aos atos sexuais mais normais, talvez por causa de algum trauma anterior, falsos ensinamentos, etc. Novamente, depende de sobre o que estamos falando, e a perversão sexual é possível dentro de um casamento. Por exemplo, podemos provavelmente estabelecer um caso contra o sexo anal dentro do casamento – talvez pela razão dele ser não-natural e danoso ao corpo. Mas eu diria que a maioria das inibições sexuais dentro de um casamento é anti-bíblica, e deveria ser confrontada e removida.

Virgindade não é opção, é benção!

Aliança é uma das coisas mais importantes no relacionamento entre duas pessoas do sexo oposto. Quando falo em aliança, não estou me referindo ao anel de ouro que nossos pais usam. O anel é um símbolo desse pacto, mas A aliança em si é a decisão de que eu vou  amar essa pessoa pelo resto da minha vida. Nada, além da morte, pode quebrar uma aliança. Ela não pode ser desfeita. E a sua origem  está na aliança que Deus fez e continua mantendo com o seu povo, de que Ele nunca nos deixará. Ele nunca nos abandonará (Hebreus  13:5). Ela é inquebrável. E é por isso que está em extinção nos dias de hoje. Com os divórcios e separações, a aliança tornou-se quebrável, clausurável, e discutível, tornando-se um mero contrato.

Agora, onde entra a virgindade nisso tudo? O que o fato de me guardar virgem até o meu casamento tem a ver com a aliança? É aí que está uma das coisas mais belas e tremendas que eu ainda não tinha percebido. Se você está por dentro das histórias da Bíblia, sempre que alguém fazia uma aliança com Deus, havia um derramamento de sangue, um animal era morto. Era o símbolo da obediência ao Senhor. Na aliança que Deus estabeleceu conosco, o sacrifício e o derramamento de sangue foram de Jesus, o que nos deu a certeza de que Deus nunca nos deixará, porque Ele deu seu único Filho para morrer por nós. Pensando nisso, você já imaginou o porquê da virgindade ser tão importante para nós? Quando o rapaz e a moça se guardam sexualmente até a noite de núpcias e têm sua primeira relação sexual,  eles estão selando a aliança com Deus (a da obediência) e a aliança que fizeram um com o outro, não com sacrifício, mas com prazer, já que Jesus veio sacrificar-se em nosso lugar.


Somos todos virgens agora

Nós evangélicos somos conhecidos por nossa obsessão com virgindade. Não me entenda mal – eu afirmo que é uma coisa boa e que honra a Deus permanecer sexualmente puro antes do casamento (e durante e depois do casamento também). Como pastor, quero ensinar às pessoas sob meu cuidado o valor de ter suas primeiras experiências sexuais com seus cônjuges no leito matrimonial, não com o par do baile de formatura no banco de trás do carro. Quero que meus filhos valorizem a pureza sexual e entendam que luxúria não é amor, que o amor se expressa por meio do autocontrole. A virgindade é importante porque a pureza sexual é importante porque Deus disse que é importante. Mas ela não é a maior das virtudes. Não é a medida de piedade de um rapaz ou de uma moça. Não é o alvo ou a medida da uma vida cristã.

Garotos e Garotas

Quais são as nossas diferenças e como ajudar-nos uns aos outros?

Quando preguei a mensagem que inspirou este livro, dirigi-me a uma audiência masculina na sua totalidade, mas as primeiras palavras que disse, foram dirigidas a qualquer mulher que quisesse escutar a fita cassete da minha palestra. “Deixemos algo claro”, disse com um sorriso, “esta mensagem não é para você!”. A audiência masculina protestou.

“E não me venham com a desculpa de que querem ‘entender aos seus irmãos’”, continuei, “nada disso! Desligue o som agora mesmo!”.

Os rapazes concordavam que seria muito embaraçoso se houvesse mulheres escutando a sessão de luxúria “exclusiva para homens”. Estávamos seguros de que se as moças soubessem como lutamos com a impureza, nos teriam como uma porção de animais obcecados pela sexualidade. Entre os homens existe a crença de que a luxúria é questão de rapazes e que a moças não podem entender.

Porém, poucos dias depois, recebi pedidos de muitas mulheres que desejavam escutar a fita cassete. Várias planejaram falar do assunto em grupos pequenos. Ouviram os rapazes que comentavam sobre a mensagem e desejaram escutar, não porque desejavam “entender” os homens, mas porque, também, elas lutavam com a luxúria. Tenho aprendido que os homens e as mulheres têm mais em comum do que se pensa. Neste capítulo, quero observar o que ambos possuem em comum quanto à luxúria, em que somos diferentes e como podemos ajudar-nos uns aos outros.

Comecemos por desmascarar os erros conceituais mais persistentes que temos a respeito do sexo oposto.

Pornografia: Realidade, Perigos e Libertação

Este terceiro Caderno Bíblico publicado pela Primeira Igreja Presbiteriana do Recife trata da questão da pornografia. O consumo de material erótico tem se tornado cada vez mais frequente entre os próprios evangélicos à medida que a pornografia se torna mais e mais disponível através da mídia e da Internet. Muito embora as estatísticas sugiram que a média de evangélicos viciados em pornografia é menor do que a média entre outros grupos, ainda assim permanece esta realidade perturbadora: muitos que se dizem filhos de Deus e nascidos de novo veem, de forma regular, imagens contendo material que, de acordo com a Bíblia, é sexualmente imoral. Estas imagens expõem e promovem explicitamente o adultério, a prostituição, a fornicação, o homossexualismo e toda sorte de perversão sexual. Os grupos mais atingidos pela indústria pornográfica são os de adolescentes e jovens, muito embora existam muitos adultos envolvidos.

Este Caderno Bíblico vem a público numa tentativa de ajudar aqueles que, de maneiras diferentes, são atingidos pela pornografia: maridos que consomem material pornográfico, esposas que têm lutado contra a pornografia ao perceber o envolvimento do marido, pais que descobrem que os filhos são consumidores regulares e crentes que de alguma forma estão viciados em pornografia. Enfim, o alvo deste Caderno é ajudar os crentes a manterem a pureza sexual da mente, coração e corpo, que a Palavra de Deus determina.

O leitor notará que vários exemplos e estatísticas vêm do exterior, especialmente dos Estados Unidos. O motivo é a falta de dados estatísticos no Brasil que nos informem adequadamente sobre a realidade da indústria pornográfica brasileira. Muito embora encontremos bastante material sobre a pornografia infantil no Brasil, pouco se fala sobre o consumo de outros tipos de pornografia em nossa pátria. Assim sendo, em alguns casos tivemos que fazer projeções aproximadas da situação brasileira, tendo outros países como base estatística.

A Bíblia permite o controle de natalidade?

O ministério Satisfação em Deus e a Bethlehem Baptist Church não tem uma posição formal acerca do controle de natalidade, porém John Piper e a maioria dos pastores da equipe creem que métodos contraceptivos não-abortivos são admissíveis. Em nenhum lugar a Bíblia proíbe o controle de natalidade, quer explícita ou implicitamente, e nós não deveríamos adicionar regras universais que não estejam nas Escrituras (vide Salmo 119:1,9 sobre a suficiência das Escrituras). O que é importante é nossa postura ao usá-las. Qualquer postura que falhe em ver os filhos como boas dádivas dadas por Deus está errada: "Vede, os filhos são um dom de Deus; é uma recompensa o fruto das entranhas. Tais como as flechas nas mãos do guerreiro, assim são os filhos gerados na juventude. Feliz o homem que assim encheu sua aljava." (Salmo 127:3-4).

Qual o problema de gostar um pouco de pornografia?

Afinal, o que é pornografia mesmo?

Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito pois conceitos como "obscenos" e "imorais" são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em "soft" (nudez e sexo implícito) e "hardcore" (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, definição acima é mais que suficiente.