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Como Homens e Mulheres se Complementam no Discipulado?

O complementarismo é crucial para o discipulado cristão porque pastores e igrejas precisam sustentar diferentes retratos de maturidade cristã para os homens e para as mulheres.

O complementarismo ensina que Deus criou o homem e a mulher iguais em valor e dignidade, segundo Gênesis 1; mas ele também deu a eles diferentes papéis relacionados um ao outro, segundo Gênesis 2. Esse equilíbrio entre a igualdade e a diferença significa que alguns aspectos do discipulado serão unissex, enquanto que outros aspectos serão específicos para cada gênero. Então o Apóstolo Paulo pode dizer que não há homem nem mulher em Cristo quando se trata da nossa salvação, enquanto ele também diz que não permite que a mulher ensine ou tenha autoridade sobre o homem quando se trata da igreja local (Gl 3.28; 1Tm 2.12).

É fácil errar em uma direção ou em outra, ou homogeneizando nossas concepções de discipulado ou enfatizando demais as diferenças. Para ser fiel tanto a Gênesis 1 quanto a Gênesis 2, assim como aos diferentes tipos de afirmações do apóstolo Paulo, uma concepção correta da maturidade cristã deve apresentar modelos de maturidades masculina e feminina que tanto são iguais quanto diferentes.

A sua Igreja Encoraja e Capacita as Mulheres para o Discipulado?

Eu havia falado sobre o tópico da feminilidade bíblica e uma mulher em idade universitária me fez uma profunda pergunta: Como posso pensar biblicamente sobre a minha feminilidade quando me dizem constantemente que independência é poder e que eu deveria buscar minha própria satisfação e determinar meu próprio destino?

Minha resposta: “Dirija-se a mulheres piedosas na sua igreja e peça que elas falem sobre a verdade da feminilidade bíblica para a sua vida. Peça que elas mostrem a você como viver para a glória de Deus como mulher”. Mas depois eu me perguntei: “A igreja dessa moça está preparando as suas mulheres para respondê-la?” Alguém está ensinando mulheres e meninas sobre o que significa ser mulher. Mas será a igreja ou o mundo?

Uma Cultura Fascinada Pela Juventude

Talvez isso tenha começado antes dos anos 50 e 60, mas essas duas décadas parecem ter marcado o aumento do fascínio pela juventude na cultura americana. A famosa frase que celebra o espírito jovem, quase sempre atribuída de forma equivocada a James Dean, declara: "Viva rápido, morra jovem e deixe para trás um cadáver bonito".

A música popular, o barômetro da cultura popular, acompanhou essa tendência. Quase todas as bandas de heavy metal dos anos 80 e 90 tinham aquela conhecida melodia sobre jovens heróis caindo em um "esplendor de glória"[1]. Outras referências da música pop enfatizam o poder invencível da juventude. Rod Stewart canta sobre ser "para sempre jovem" ("Forever Young"). Em seu hit de sucesso "We Are Young" ("Somos Jovens"), o grupo contemporâneo Fun declara que essa juventude vai "incendiar o mundo". O narrador sentado no banco de um bar em "Glory Days" ("Dias de Glória"), de Bruce Springsteen, afoga as mágoas da sua meia-idade ao recontar suas façanhas e triunfos vividas no ensino médio. Nenhum de nós quer reviver os momentos difíceis do colégio, mas quem dentre nós não acolhe desejos secretos de ser jovem de novo e aparentemente capaz de conquistar o mundo?

Pensando Biblicamente sobre o Aborto

Alguns defensores do aborto afirmam que suas crenças têm a Bíblia como base. Eles afirmam que a Bíblia não proíbe o aborto. Eles estão errados. A Bíblia, de fato, proíbe enfaticamente a morte de pessoas inocentes (Êxodo 20:13) e considera claramente o nascituro como sendo um ser humano digno de proteção (21:22-25).

Jó descreveu graficamente a forma como Deus o criou antes de ele nascer (Jó 10:8-12). O que estava no ventre de sua mãe não era algo que poderia tornar-se Jó, mas alguém que era Jó—o mesmo homem, só que mais jovem. Para o profeta Isaías, Deus diz: “Assim diz o SENHOR, que te criou, e te formou desde o ventre, e que te ajuda” (Isaías 44:2). O que cada pessoa é, e não apenas o que ela pode se tornar, esteve presente no ventre de sua mãe.

Salmo 139:13-16 pinta um retrato vívido do envolvimento íntimo de Deus com uma pessoa antes de seu nascimento. Deus criou o “interior” de Davi, não no nascimento, mas antes do nascimento. Davi diz ao seu Criador, “tu me teceste no ventre de minha mãe” (versículo 13). Cada pessoa, independentemente de sua filiação ou deficiência, não foi fabricada em uma linha de montagem cósmica, mas criada pessoalmente por Deus. Todos os dias de nossas vidas são planejados por Deus antes de virmos a ser (versículo 16).

Reflexões de uma Experiente Esposa de Pastor

Nota do Editor: Há alguns meses eu tive o privilégio de ficar novamente na casa de queridos amigos galeses, Dr. Eryl e Magwen Davies. Como o seu marido estava prestes a se aposentar como presidente da WEST, um seminário no País de Gales, pedi à Sra. Davies que compartilhasse comigo o aprendizado de uma vida de apoio ao seu marido no ministério pastoral e seminário. Sra. Davies, que transpira o calor galês, respondeu de uma forma tão honesta, útil e emocionada que eu perguntei se ela estaria disposta a escrever seus pensamentos para que eu pudesse compartilhar com nossos leitores. Joel Beeke.
Nós éramos casados há apenas um mês quando meu marido começou seu ministério em uma grande Igreja Presbiteriana no sul do Pais de Gales. Senti-me apreensiva e as responsabilidades à frente eram assustadoras. “Quem está apto para estas coisas?” Certamente, eu não; mas “a nossa capacidade vem de Deus”, e as nossas experiências ao longo dos anos tem revelado a verdade destas palavras.

Que lições eu aprendi durante esse tempo como esposa de pastor? Uma das primeiras foi “sem Mim nada podeis fazer” , até mesmo coisas que eu pensava que era boa em fazer. Eu tive que depender de Deus por sabedoria e habilidade até mesmo para as menores tarefas.

Quarenta anos atrás, no Reino Unido , se esperava que uma esposa de um pastor  ajudasse a conduzir reuniões infantis, discipulados femininos e falasse regularmente para eles; havia também algumas visitas aos doentes, aos que estavam de luto, manter a casa aberta e hospedar palestrantes visitantes – uma lista formidável . Eu percebi que deveria ser eu mesma e nao tentar atingir a imagem pública de uma esposa ideal. Deus me fez como eu era e poderia me usar como eu era. Eu nunca iria agradar a todos de qualquer maneira e eu certamente não era perfeita. Nos primeiros anos, eu tentei muito agradar e como resultado eu estava desgastada. Em um certo encontro em nossa casa, o palestrante disse algo que eu nunca esqueci e que me ajudou tremendamente: “Não é o que Deus quer que você faça para Ele, mas o que Ele quer fazer através de você.” Que alívio! Mudou a minha perspectiva completamente e retirou o peso sobre os meus ombros.

A Vontade de Deus Concernente ao Novo Casamento

Se o divórcio é um problema devastador para a igreja de Deus, o novo casamento é tão grande como. O divorcio é um mal por causa do pecado ao qual frequentemente conduz: o novo casamento, enquanto o cônjuge original ainda vive. Como o povo de Deus de antigamente, "com tristeza devastadora eu choro", por causa desta violação da lei de Deus.

Contudo, como o divórcio e o novo casamento chegaram a não serem mais considerados como males? Será que o povo de Deus estava tão enfadado com o problema, que se entregou? A igreja se rendeu às pressões para permitir o divórcio por "toda causa," e o novo casamento de qualquer um que tenha "confessado" seu pecado?

Aqui, mais do que nunca, é importante não permitir que nossas emoções nos guiem. Há poucos que não são pessoalmente tocados por estas questões. Para os crentes que têm feridas e cicatrizes profundas por causa dos problemas de maus casamentos, oramos para que Deus possa curar, e para que Jesus Cristo seja o Grande Médico para eles.

Um Pecado Pior que Sodomia

Sodoma foi destruída por Deus com fogo e enxofre do céu, principalmente por causa de sua homossexualidade (Gn. 19:4-5, 24; 2 Pedro 2:6-8; Judas 7). Todavia, Jesus Cristo falou de um pecado pior que a sodomia: "Eu vos [povo de Cafarnaum] digo, porém, que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti" (Mt. 11:24; cf. 10:15). O castigo de Sodoma no Dia do Julgamento seria menor ("menos rigor") do que o de Cafarnaum, porque o pecado de Cafarnaum era pior. Esse pecado era rejeitar o testemunho de Deus através dos milagres ou "prodígios" (11:23) de Jesus e desprezar o evangelho e os mensageiros de Cristo (10:14). Esse pecado da incredulidade, cometido por muitas pessoas "respeitáveis" que não sonhariam cometer atos homossexuais, é pior aos olhos de Deus do que a sodomia. Não desprezemos, portanto, o evangelho de Cristo, pois "como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?" (Hb. 2:3).

A Bíblia Requer Pena de Morte Para os Homossexuais?

A lei teocrática do Antigo Testamento requeria a pena de morte para o incesto em Israel (Levítico 18:7-17, 29; 20:11-12). Na plenitude dos tempos (Gálatas 4:4), o Messias veio e tirou da sua igreja católica ou universal as suas roupagens judaicas, necessitando uma mudança na lei (Hebreus 7:12). Os apóstolos e profetas, a quem Deus usou para escrever o Novo Testamento, apresentaram a vontade de Jesus Cristo para sua igreja católica (Efésios 2:20; 3:5; 4:11).

Quando um homem cometeu incesto na igreja de Corinto (1Coríntios 5:1), Paulo não exigiu a pena de morte para ele. De fato, o apóstolo ordenou que ele fosse excomungado da igreja e do reino de Deus, a menos que se arrependesse (1 Coríntios 5: 4-7). Ambos estes terríveis julgamentos divinos – execução na teocracia do Antigo Testamento e excomunhão na igreja do Novo Testamento – preservam a santidade da igreja de Deus, um reflexo da santidade do próprio Deus.

Quem é o Culpado pela Homossexualidade?

Algumas pessoas sugerem perversamente que o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo é "culpado" pela homossexualidade. "Culpado" requer transgressão da lei, e, portanto, culpa, mas o Todo-Poderoso não pode pecar ou mesmo ser tentado ao pecado. Todos os caminhos de Jeová são "justos e retos", pois "Deus é a verdade, e não há nele injustiça" (Deuteronômio 32:4). Assim, a Escritura, com retórica e indignação, pergunta "Ó homem, quem és tu, que a Deus replicas?" (Romanos 9:20).

Deus criou o homem santo e reto, e fez todas as coisas "muito boas" no início (Gênesis 1:31), incluindo a criação da nobre instituição do casamento entre um homem e uma mulher para a vida (Gênesis 2:24; Mateus 19:4-6; Hebreus 13:4). No entanto, como disse Salomão, "Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias" (Eclesiastes 7:29), incluindo pornografia, fornicação, adultério, estupro, bestialidade, pedofilia, sodomia e lesbianismo.

Homossexualidade

Não é difícil crer que tem havido por muitos anos uma campanha organizada no governo e na mídia para promover um "entendimento" da homossexualidade. Dessa forma, a homossexualidade tem se tornado mais e mais aceita como algo "normal" em nossa sociedade. Mesmo a igreja tem, de modo geral, se rendido nessa questão.

Que a homossexualidade é aceita na sociedade e na igreja, contudo, não significa que ela é aceitável a Deus. A Bíblia fala claramente sobre a homossexualidade. E visto que a Bíblia é a Palavra de Deus, toda discussão deve começar e terminar com o que a Bíblia diz. Você sabe o que a Bíblia diz?

A Bíblia diz claramente que a homossexualidade é pecado. Alguns podem não concordar com o que a Bíblia diz, mas não pode haver dúvida que isso é o que ela ensina. O livro de Romanos, capítulo 1, versículos 26-32,¹ por exemplo, chama a homossexualidade de uma afeição "infame" e fala dela como algo que é "contrário à natureza"—algo que Deus julgará.

Um Mártir da Reforma Conforta Sua Esposa

Algum tempo atrás, a revista Time publicou uma matéria de capa intitulada “Deus Quer que Você Seja Rico?”. Nessa matéria, os autores descrevem como pessoas como Joel Osteen e Joyce Meyer estão empurrando um novo evangelho. Eles ensinam que as boas novas são que Jesus Cristo veio para nos tornar prósperos, saudáveis e materialmente abençoados. Seus livros são muitos populares em círculos cristãos mais amplos e, às vezes, os encontramos até em nossos lares. Eles são populares, mas estão completamente errados. O evangelho não é saúde, prosperidade e riqueza. Em Atos 14.22, Paulo e Barnabé encorajam os crentes em Listra, Icônio e Antioquia ensinando-lhes que “através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus”. Eles aprenderam isso do próprio Senhor Jesus quando ele lhes ensinou que aquele que o seguir deve tomar sua cruz.

Essas verdades bíblicas foram restauradas pela Reforma. No dia 31 de outubro, nós lembramos que, em 1517, Martinho Lutero pregou suas 95 teses na porta de uma igreja em Wittenberg, Alemanha. Dois anos depois, em 1519, Lutero viajou à terra-natal do nosso Catecismo de Heidelberg. Em Heidelberg, Lutero e um de seus colegas, Leonard Beier, defenderam outra série de teses. Com a Disputa de Heidelberg, Lutero expôs a diferença entre uma teologia da glória e uma teologia da cruz. A Igreja Católica Romana ensinava uma teologia da glória. Por meio das boas obras e uma pequena ajuda, o homem poderia galgar seu caminho até Deus e receber a bênção de Deus. A Bíblia, por outro lado, ensina uma teologia da cruz. Por meio da graça, Deus desce até o homem em Jesus Cristo crucificado. A sabedoria de Deus está na cruz e no sofrimento, não na glória nesta terra.

Quando perdemos alguém que amamos!

A morte é algo extremamente doloroso. Mesmo quando alguém morre em Cristo, e nisto temos a certeza de que nos veremos novamente no futuro, o consolo na dor somente vem do Senhor. Nem por isso a separação física se torna menos angustiante. O Rev. Nelson Lautert declarou que "a morte é sempre uma intervenção radical na vida, algo antinatural, que faz parar, que confronta a pessoa com a sua própria história e a coloca nua diante do seu Criador" (Revista Ultimato, jan-fev, 1999, p. 17). A pedagogia da morte nos ensina que: "o SENHOR nos deu, o SENHOR nos tomou; bendito seja o nome do SENHOR"(Jó 1:21b). Por isso, abrace, beije e dê flores, troque presentes e crie momentos que se tornarão em memoriais para todos. O pregador de Eclesiastes afirma enfaticamente que esta vida é tão passageira e, às vezes, não nos damos conta disso (Ec 3:20).

Perder é muito mais do que morrer. A morte é uma separação física, entretanto, a amargura e a inimizade produzem uma separação de relacionamentos. A ausência do abandono deixa um vazio insubstituível. A pior perda num relacionamento é quando perdemos o coração de quem se ama. Mas, infelizmente, algumas pessoas somente valorizam quando não têm mais. Mas, o perdão e o reestruturar do relacionamento, cheios da misericórdia de Deus, podem restaurar o amor. Esta é a única perca que pode ser restituída. Entretanto, ela começa com humildade e arrependimento, e por fim produz felicidade e vida abundante.

Expectativas x Realidade

Tive uma infância muito difícil, pois sempre descobria as traições do meu pai contra minha mãe. Cresci vendo o casamento deles sendo construído sobre a areia. Até que um dia meu pai resolveu ir embora e abandonar todos nós: minha mãe, eu e meus 4 irmãos. Foi muito difícil aceitar e conviver com isso, mas com o passar do tempo, aprendemos a viver sem nosso pai. Com isso, comecei a pensar que nunca iria me casar com homem algum, pois achava que nenhum prestava, e se um dia viesse a me casar e ele tentasse mandar na minha vida, eu me separaria. Se me traísse, eu o mataria ou o trairia também. Estes eram meus pensamentos, até que conheci Jesus, meu Salvador. Mesmo assim, a minha mente em relação ao casamento não tinha mudado.

Conheci meu marido quando ele era o pastor do meu irmão. A paixão logo chegou e decidimos então nos casar. Sem conhecer bem um ao outro, namoramos e em pouco tempo marcamos a data do casamento. Depois de casados, não demorou muito para as crises aparecerem. Sem sabedoria, eu fazia coisas horríveis. Eu trabalhava como gerente em uma empresa há muito tempo e da mesma forma, queria ser gerente em casa também, tentava controlar meu marido. Tínhamos muitos conflitos devido a este comportamento.

Um dia fui a um congresso para casais e ouvi um pastor falar sobre submissão. Ele disse que “se o marido não liderar a família, quem manda é o Diabo”. Nossa! Temi muito ao ouvir isto, mas não sabia nem por onde começar a mudar. Graças a Deus, no final do ano de 2004, comecei a ouvir sobre o Evangelho do Reino de Deus e descobri que Jesus Cristo era o meu Senhor, ou seja, meu Dono, pois antes eu O conhecia apenas como meu Salvador. Comecei a fazer o que Ele mandava, obedecer Sua Palavra, como consequência Ele começou a obra de restauração em minha vida. Me deu o discernimento de como praticar a submissão. Comecei a respeitar meu marido, saber quem ele é e quem eu sou, o papel dele e o meu: Sou ajudadora e coopero na missão dele.

18 Artigos Sobre: Casamento, Divórcio e Novo Casamento

Artigo 1

Afirmamos que a distinção sexual é uma parte da essência da humanidade e do matrimônio(1).

Negamos que os membros do mesmo sexo podem estar casados ante aos olhos de Deus (2).

1. Gen. 1:27-28; 2:20-25; Mat. 19:4-5
2. Gen. 1:20-25; Lev. 18:22; 20:13; Mat. 19:4-5; Rom. 1:26-27; 1 Cor. 6:9-11; 1Tim. 1:8-1

Artigo 2

Afirmamos que o matrimônio tem a origem e propósito de ser uma união por toda a vida (1).

Quando Desejar Um Marido se Torna Idolatria


Recentemente, por conta da necessidade de preparar alguns estudos a cerca da vida da mulher solteira, me deparei com verdades que particularmente gostaria que alguém tivesse compartilhado comigo enquanto estive nesta condição, solteira. Não que eu tenha qualquer tipo de arrependimento com relação a minha atual vida de casada, muito pelo contrário, o Senhor mais uma vez expressou sua bondade e misericórdia sobre minha vida, me concedendo um marido bíblico, temente a Ele e que eu amo muito. O que estes estudos me levaram a refletir, é que muito pouco se fala nas igrejas sobre como honrar e servir ao Senhor enquanto estamos solteiras, e de que maneira nós podemos exercer o papel destinado por Deus às mulheres mesmo antes do casamento e também caso ele não venha a acontecer. É fato que somente o Senhor tem o conhecimento se um dia nós casaremos ou se permaneceremos solteiras, e eu também tenho um entendimento bíblico que permanecer solteira não é uma regra, afinal, a Palavra de Deus diz:  “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” e “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn 2:18;24). O cerne da questão a que quero chegar é: até que ponto o desejo por um marido, consequentemente o anseio de um casamento, não se torna um ídolo em nosso coração?

Carta final de Chistopher Love a sua esposa, Mary


De Christopher para Mary Love: A carta de um marido prestes
a ser executado à sua esposa.


Da Torre de Londres
22 de agosto de 1651
O dia da minha glorificação


"Minha tão graciosa amada,

Vou agora de uma prisão para um palácio. Terminarei o meu trabalho; vou agora receber meu salário. Vou ao céu onde estão duas de minhas crianças, e deixando você na terra onde estão três de meus pequeninos. Aqueles lá em cima não precisam de meus cuidados, mas os três aqui embaixo precisam dos teus. Consola-me pensar que dois de meus filhos estão no ceio de Abraão, e três deles estarão nos braços e cuidados de uma mãe tão terna e piedosa.

Sei que você é uma mulher de espírito triste, contudo seja consolada; embora sua tristeza seja grande pela partida de seu esposo deste mundo, tuas dores serão menos ao trazer à luz seu filho neste mundo. Você será uma mãe alegre, embora seja uma viúva triste. Deus tem muitas misericórdias em depositar para você; as orações por você é de um esposo que morre, não serão perdida, por vergonha minha: nunca orei tanto por você em liberdade como orei em prisão, não posso escrever mais, mas tenho alguns conselhos práticos para deixar para você:

Homem e mulher criados à imagem de Deus

26 Também disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra”. 27 Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra”.

Quero pensar com você esta manhã sobre três coisas que esse texto nos ensina. Uma é que Deus criou seres humanos. A segunda é que Deus nos criou à sua imagem. A terceira é que Deus nos criou homem e mulher.

É possível crer nessas três verdades e não ser cristão. Afinal, essas verdades são ensinadas aqui nas Escrituras judaicas. Portanto, um bom judeu que crê na Escritura aceitaria essas verdades. Mas, embora você possa crer nessas três verdades e não ser um cristão, todas elas apontam para o cristianismo. Todas elas imploram pela completude que acontece com a obra de Cristo. É sobre o que desejo falar a respeito, especialmente com referência à terceira verdade — que somos criados à imagem de Deus como homem e mulher.

Em Defesa da Família Natural

Os últimos dois séculos testemunharam uma transformação imensa no modo como os seres humanos vivem, pensam, trabalham e organizam suas vidas. Ao mesmo tempo, a instituição da família vem sofrendo ataques contínuos, sendo desmembrada e enfraquecida pelas sutis mudanças e tendências culturais. Agora, mal entramos no século XXI e estamos diante da realidade de que a instituição da família está enfrentando um desafio ainda mais profundo: o desafio de manter uma definição coerente de realidades básicas como casamento, parentesco e família natural.

Os revisionistas sociais habitualmente descrevem a unidade da família, que consiste de pais e seus filhos biológicos ou adotados, como a família “nuclear”. Essa não é uma descrição errada, pois esse padrão básico de relacionamentos, começando com o casamento de um homem e uma mulher e estendendo-se a seus filhos, realmente forma o núcleo da família em sua extensão maior.

Apesar disso, os revolucionários sociais de hoje rotineiramente dispensam a família nuclear como um produto de épocas passadas.

Em anos mais recentes, alguns defensores da família se referem à unidade básica da família como a família “natural”. Esse termo identifica corretamente a organização formada por marido, esposa e seus filhos como a unidade familiar mais importante e identificável para proteção, educação e estabilidade social. Tal desenvolvimento é saudável, pois mesmo que o conceito de família nuclear tenha se tornado menos útil, o foco da família natural esclarece as questões de modo considerável.

O Lar

Essa palavra "lar" sempre soa como poesia para mim. Ela ressoa como o repique dos sinos em um casamento, apenas soa mais suave e terno nas fibras mais íntimas do meu coração. Não importa se ela refere-se a uma cabana de sapé ou a um solar: lar é lar, mesmo que seja muito simples não há lugar na terra como ele. A trepadeira pode crescer em cachos róseos pelo telhado para sempre, deixando o musgo florir no sapé. Os pardais chilreiam docemente, e as andorinhas gorjeiam à volta do lugar escolhido que é a minha alegria e o meu descanso. Todo pássaro ama seu ninho; a coruja acha a velha ruína o lugar mais sereno sob a lua, e a raposa sente que sua cova na montanha é extraordinariamente aconchegante. Quando o alazão do meu senhor sabe que está indo para casa, ele não precisa de guia e pensa: é melhor ir a galope; e eu penso o mesmo, pois o caminho de casa para mim é o melhor pedaço de estrada do país. Eu gosto mais de ver a fumaça da chaminé da minha casa, que o fogo no forno dos outros; há algo muito lindo no caminho que serpenteia entre as árvores. As batatas frias na mesa da minha casa têm mais sabor que a carne assada na dos meus vizinhos, e o perfume da madressilva na minha porta é o mais doce que eu já senti. Quando você está fora, os amigos o recebem da melhor forma que podem, mas mesmo assim não é a nossa casa. Eles dizem: "Sinta-se em casa", porque todo mundo sabe que sentir-se em casa é sentir-se à vontade.

O novo propósito do casamento

Não gosta de casamentos gays? Não tenha um. Meu casamento gay não muda em nada o seu casamento hétero. Não estamos alterando a definição de casamento; estamos expandindo-a. Esses novos direitos não tiram os seus. Então, não tente negá-los a nós.

O aumento surpreendente da aprovação pública do casamento gay depende desses simples apelos à intuição. Olhe todos esses casais gays felizes. Porque não convidá-los para o nosso grupo dos casados? Não é como se os héteros tivessem feito um bom trabalho de promover a instituição. Além do mais, o que dois adultos fazem no interior de seus quartos em consentimento é problema deles.

Para nossa cultura ocidental, altamente individualista, somente argumentos libertários fazem algum sentido, até mesmo para muitos cristãos. Pessoalmente podemos até dizer que homossexualidade é um pecado; mas que direito temos de impor nossos valores a outros? Se eles não estão machucando ninguém, quem pode negar uma proteção igualitária da lei a seus casamentos?

Tais questões tem colocado cristãos, outros religiosos e até conservadores seculares na defensiva. Por isso, é surpreendente que Liza Mundy tenha escrito um artigo de capa para o The Atlantic, “O Manual dos Gays para a Alegria Matrimonial”, que é capaz de causar um dano a essa vantagem tática dessa suposta neutralidade. Ela argumenta que casamentos gays tendem a ser mais felizes e mais íntimos, logo, os héteros podem aprender com eles. Mundy até reconhece que os críticos podem estar certos sobre o fato de que, no final das contas, o casamento gay vai mudar as coisas para todo mundo. Tudo para melhor, Mundy escreve: “ao apresentar um novo modelo de como duas pessoas podem viver juntas igualmente, o casamento de pessoas do mesmo sexo pode ajudar a inserir o matrimônio de forma mais plena no Século XXI.”
O que muda?