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O ingrediente-chave para um casamento feliz

Recentemente eu estava assistindo a um programa de culinária no qual a chef e seu marido estavam comemorando um importante aniversário de casamento. A cozinheira compartilhou a sua “receita” (ha!) para um casamento duradouro, feliz: “Eu tento fazê-lo feliz e ele tenta me fazer feliz e funciona!”

Que eu saiba, esta mulher não é cristã, mas seu conselho reflete um princípio bíblico para o casamento: maridos e esposas devem amar um ao outro. Eles devem colocar os interesses uns dos outros acima dos seus próprios (Filipenses 2: 4). Um marido deve amar sua esposa como Cristo ama a Igreja (Ef. 5:25). A esposa deve amar seu marido com um amor terno e carinhoso (Tito 2: 4). Nas palavras da chef, eu devo tentar fazê-lo feliz.

Dez perguntas para diagnosticar seu casamento

Recentemente, conversei com um amigo meu que sugeriu que a risada é geralmente um bom indicador de quão bem o casamento está indo. Quando as brincadeiras diminuem, pode ser porque você está num momento de sofrimento, mas também pode significar que vocês saíram da fase de paz e confiança. O casal que ri unido permanece unido.

Essa ideia me deixou pensando: quais são algumas outras perguntas que podem ajudar a diagnosticar nossa vida conjugal? Aqui estão dez que podem ser úteis.

Nove Passos que Podem Salvar Seu Casamento

A graça de Deus é paciente e trabalha tanto instantaneamente quanto com o passar do tempo. Um erro que cometemos às vezes é idealizar demais, como se não pudéssemos ser perdoados mais de uma vez quando cometemos erros.

O modo de enxergar estes passos para salvar seu casamento biblicamente é como uma forma de colocar em prática Colossenses 3:13: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro.” Aí temos “suportando” e temos “perdoando”. Como essas coisas se relacionam no casamento?

Quando o meu Amor se Esfriar

Dia dos Namorados, o dia em que todas as cadeiras dos restaurantes ficarão cheias e quando os casais que não se importam com restaurantes estarão preparando refeições agradáveis ​​um para o outro. Flores serão entregues no trabalho, presentes vão aparecer em caixas de correio e cartões serão trocados.

Gosto do Dia dos Namorados, sou casado com Aileen há 14 anos, nem hoje nem jamais arranjaria uma desculpa para não focar no amor que nós vivemos. Quando se trata de Dia dos Namorados não há realmente nada que eu queira mais, do que passar o meu tempo com minha esposa. Não são os presentes ou as refeições sofisticadas, mas a companhia dela que eu desejo.

Eu amo Aileen e por essa razão gosto de estar com ela, o surpreendente é que, quanto mais tempo eu passo com ela, mais eu a amo e quanto mais eu a amo, mais eu quero estar com ela, e quanto mais tempo eu passo com ela, mais o meu amor cresce. Nosso contentamento um para com o outro cresce, e nos dedicamos em investir tempo um no outro. Essa é a maneira a qual o Senhor tem estruturado relacionamentos, amar é dedicar tempo e dedicar tempo é amar.

Sofrimento no casamento cristão

Casamento pode ser doloroso – e o casamento cristão não é uma exceção. Quando dois pecadores estão em um relacionamento íntimo como o casamento, haverá muita coisa que poderá causar mágoa. Nossa carne irá se recusar a atender as demandas do auto sacrifício, serviço e humilhação, o que afeta uns aos outros para o mal. Haverá pecados, feridas agravadas, machucados. A dimensão irá variar em cada relacionamento. Alguns serão mais desafiadores que outros, mas todo casamento cristão experimenta alguma sorte de sofrimento.

Entretanto, isso não é completamente negativo (claro, nós não estamos nos referindo a relacionamentos abusivos). Se estamos puramente visando a alegria e a felicidade conjugal em nossos casamentos, então qualquer conflito, luta ou dor que acontecer será devastador. Mas esse não é nosso objetivo final no casamento cristão. Obviamente, oro por todos os casais jovens para que o casamento deles seja cheio de alegrias, e igualmente lamento por aqueles casais que não estão experimentando alegria, pois isso pode ser um fardo pesado para se carregar. Felicidade é bom, mas nenhum casamento cristão irá experimentar alegria ininterrupta. Claro, nós devemos buscar alegria, mas temos um objetivo maior em vista. Assim como em tudo em nossa vida, o grande objetivo de nosso casamento é a glória de Deus (1 Coríntios 10.31).

No dia em que casei com ela

Eu não sabia quase nada sobre a minha esposa no dia em que casei com ela. Nós namoramos por alguns anos, gastamos incontáveis noites falando no telefone, frequentávamos a igreja, organizamos eventos e até trabalhamos juntos. Mas apesar de tudo isso, nós mal nos conhecíamos. O conhecimento que tínhamos era genuíno, porém raso. E ainda assim, esse pequeno conhecimento foi o suficiente para nos compelir a convidar nossos amigos e familiares a uma pequena igreja em Ancaster onde pudemos prometer as nossas vidas um ao outro.

Eu nunca tive um só momento de arrependimento por ter me casado com Aileen (o que não é a mesma coisa de dizer que nós nunca tivemos desentendimentos ou momentos difíceis). Isso é notável quando eu considero o quão pouco eu sabia dela no dia do nosso casamento. Eu a amava e a admirava tanto quanto a conhecia mas, olhando para trás, consigo ver o quão pouco conhecimento dela eu tinha.

Cristãs Deveriam Beijar Antes do Casamento?

Eu simplesmente vou ser honesta desde o início.

Tenho 25 anos de idade, já estive em dois relacionamentos sérios e nunca beijei um rapaz. Não porque eu ache nojento ou porque nunca quis beijar. O fato é: estou guardando meu primeiro beijo para o meu futuro marido no dia do nosso casamento.

Beijar é a regra.

Em uma época e numa era em que beijar é a regra para estudantes do primário e perder a virgindade no ensino médio é o esperado, parece absurdo e ridículo que alguém possa guardar seu primeiro beijo para o casamento.

Estou bem ciente de que muitas de vocês que estão lendo isto já devem ter dado seu primeiro beijo e, possivelmente, perdido a sua virgindade. Se este é o caso, leia a observação ao final deste post antes continuar a ler.

Vamos caminhar juntas por cinco pontos que vão ajuda-la a entender melhor por que eu estou guardando meu primeiro beijo para o casamento e porque eu acho que você deveria fazer o mesmo. Mesmo que você já tenha beijado, quero te desafiar a parar de beijar e começar a esperar deste momento em diante.

Por que as mulheres amam os cafajestes?

[O título pode ser forte. No entanto, a verdade é que quando o coração começa a bater, muitas moças se envolvem rapidamente e a razão não encontra espaço. A mulher desprevenida cai na armadilha da paixão e encontra desculpas e racionalizações para se entregar a alguém que não teme ao Senhor. Gabrielle Pickle dá os retratos do insensato e do sábio de acordo com Provérbios, e incentiva a mulher cristã a guardar o seu coração para se guardar de um relacionamento doloroso. Um artigo para as adolescentes e jovens, e suas conselheiras.]
“Ela está doida?!”” — exclamei em total desespero diante daquilo que eu assistia na televisão. “”As mulheres podem agir de maneira tão absurda. No instante em que o nosso coração é seduzido, ligamos o interruptor da tolice!”

No enredo de um filme antigo de espionagem, que costumava passar na televisão, uma moça de sanidade questionável namorava um bandido. Naturalmente, ela recusava admitir que ele fosse de fato um bandido, pois ele não era totalmente mau e ela o amava. Quando as autoridades a confrontavam com provas das várias namoradas que ele tinha, ela negava o fato e dizia: “Não, ele me ama de verdade. Não há outra. Ele não pode deixar a esposa por causa dos filhos, mas ele me ama de verdade””. As autoridades ajudaram essa moça e sua família a escapar de perigos e ofereceram proteção. No entanto, ela não conseguia se afastar do homem que amava. Chegou a recusar a proteção policial, colocando sua família em perigo para se encontrar com o bandido. Quando os dois reataram o relacionamento, ele tentou matá-la porque ela era a única testemunha de um crime. As autoridades agiram, prenderam o bandido e salvaram a sua vida. Em lugar de agradecer, ela atacou um dos policiais, irada porque eles a separaram de seu namorado. Ela ignorou a infidelidade, as atividades criminosas e a tentativa de lhe tirar a vida. Tudo isso porque ela gostava do rapaz.

Nós não somos… Mas nós somos… “casos” do coração

Beth conheceu Mateus no grupo de solteiros de sua igreja e imediatamente eles se deram bem. Começaram a sair com o grupo, mas eles se davam tão bem que logo passaram a estar sempre juntos. Eles se tornaram muito amigos um do outro, compartilhando um com o outro todas as suas lutas, as suas alegrias, os seus segredos. Beth não podia imaginar a vida sem Mateus. Mas se alguém perguntasse se eles estavam namorando, ambos responderiam rapidamente: “Oh, nós somos apenas amigos”.

Em dado momento, a amizade terminou e Beth passou a se sentir vazia e desolada. Era como se eles tivessem rompido um namoro, mas não poderia ser este o caso, pois eles eram apenas amigos. Por que suas emoções estavam tão abaladas? Por que ela se sentia tão sozinha depois de perder alguém que era “apenas um amigo?”

Daniela havia trabalhado com Tiago durante os últimos cinco anos. Dia após dia, eles trabalhavam lado a lado e ela encarava com entusiasmo cada dia de trabalho por causa de Tiago. Daniela sempre tinha algo interessante para compartilhar com Tiago, um conselho para pedir, e ela realmente gostava de passar o dia trabalhando com ele. Os outros colegas de trabalho até brincavam que Daniela e Tiago poderiam muito bem oficializar o relacionamento no Facebook pelo tanto que eles agiam como casal.

Os perigos da “zona sem rótulo”

“Oh, nós não estamos namorando, nós só andamos juntos. Ele me disse que não está emocionalmente pronto para namorar agora. Então, nós só aproveitamos a companhia um do outro e fazemos coisas divertidas no fim de semana. Quando ele estiver pronto, tenho certeza de que irá me pedir em namoro.” – Hana

Um mês depois, Hana estava soluçando em meu sofá, arrasada, porque o rapaz em quem ela havia investido tanto tempo e emoção começou o namoro… com outra moça.

“Nós somos apenas amigos – é totalmente inocente. Não precisamos prestar contas a ninguém sobre nosso relacionamento porque não estamos namorando. Não se preocupe!” – Rebecah

Dois meses depois, recebi um telefonema de Rebecah. Tarde da noite e sozinhos, eles foram longe demais e agora ela está grávida.

“Claro, nós passamos muito tempo juntos e já conversamos sobre o nosso futuro e a possibilidade de um namoro… mas ele não está preparado para nada sério agora. Então, nós somos apenas amigos. Existe a possibilidade de um namoro no futuro, mas ainda não precisamos colocar um rótulo.” – Kristen

Uma semana depois, Kristen e seu amigo tiveram um desentendimento significativo e ele começou a namorar com outra moça. Por três meses, ela chorou todas as noites até pegar no sono.

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meu marido

Aqui é a Aileen (esposa do Tim)! Depois que Tim escreveu 18 Coisas que Não me Arrependerei de Fazer com Meus Filhos e 18 Coisas que Não me Arrependerei de Fazer com Minha Esposa, algumas pessoas entraram em contato perguntando se ele poderia completar com um artigo feito por uma esposa para seu marido. Ele não pretendia fazer isso quando começou a escrever, mas achou que faria sentido fechar a série dessa forma. Tim me perguntou se eu gostaria de cuidar disso. Eu sou meio que uma escritora relutante, mas decidi aceitar o desafio (com o acordo de que ele não mudaria nada que eu dissesse!).

6 inimigos mortais do casamento

O casamento está sob ataque. O casamento sempre esteve sob ataque. O mundo, a carne e o diabo estão sempre se opondo ferozmente ao casamento, em especial a casamentos distintamente cristãos. O casamento, afinal de contas, foi dado por Deus para fortalecer seu povo e para sua própria glória; não é de se assustar, então, que esteja constante sob ataque.

Tenho pensado recentemente sobre alguns dos inimigos mais escancarados do casamento cristão e, para falar a verdade, os inimigos mais evidentes que eu vejo assolar o meu próprio casamento. Aqui estão 6 inimigos mortais do casamento (do cristão em particular).

Sete dicas preciosas para um marido fazer sua esposa mais feliz

Alguns dizem que o casamento é como uma ilha deserta. Os que estão fora querem entrar e os que estão dentro querem sair.

Pois é, casamento não é nada fácil não é verdade? Além disso as Escrituras afirmam que o marido deve amar a esposa como Cristo ama a igreja, portanto bem complicado, não é mesmo?

Isto posto, segue abaixo 7 preciosas dicas para o marido fazer da sua esposa uma mulher mais feliz:

1- Seja menos egoísta.  Homens são extremamente egoístas. Poucos são aqueles que se preocupam mais com suas esposas do que consigo mesmos. Nessa perspectiva que tal priorizar sua esposa dando a ela a primazia em todas as coisas?

2- Gaste tempo escutando suas queixas, lamentações, problemas e preocupações. Lembre-se que escutar é mais do que ouvir. Escutar é dar atenção total e irrestrita a tudo aquilo que ela diga.

18 coisas que não me arrependerei de fazer com minha esposa

Há algumas semanas, eu compartilhei 18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos e o tempo que gastei escrevendo aquele artigo me fez pensar sobre os quinze anos de casamento com Aileen (e mais os três anos anteriores de namoro). Eu senti que seria correto pensar em outras 18 coisas e, dessa vez, eu faço essa lista em honra dela.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com minha esposa.

1. Orar com ela. Demorou muito para nós dois começarmos a realmente orar juntos; mesmo agora, temos um longo caminho a percorrer. Contudo, eu tenho aprendido a importância de orar juntos e nunca me arrependo dos momentos que gastamos juntos diante do Senhor.

2. Sair com ela. Todos nós ouvimos centenas de vezes sobre como é importante continuar saindo, mesmo depois de casados. Isso é mais fácil falar que fazer quando os filhos são novos e exigem muita atenção, mas descobrimos que é muito mais fácil agora que os filhos são um pouco mais velhos. Eu nunca me arrependerei desses momentos a sós.

Não é você, é Deus: Nove Lições para Rompimentos


Alguns dos dias mais difíceis na vida de um solteiro podem ser aqueles logo após um término de relacionamento. Nesse relacionamento, você arriscou seu coração. Comprou presentes. Criou memórias. E sonhou seus sonhos junto com outra pessoa – e agora tudo acabou. Então você volta à estaca zero, a procura do casamento e se sente até mais sozinho, novamente nesse ponto, e mais longe do altar, por causa de tudo o que você passou e perdeu.

Ninguém entra num relacionamento esperando que ele termine. Muitos de nós ficamos agitados, ansiando pelo dia do casamento. Estamos procurando, às vezes freneticamente, por amor, afeto e segurança e cumplicidade e comprometimento e intimidade e ajuda. Afinal de contas, Deus parece querer que a maioria de nós se case (Gênesis 2: 18; Provérbios 18: 22; I Coríntios 7:2 e 9). Mas isso com certeza não faz com que casar-se seja algo fácil a se fazer.

Como destruir seu casamento antes de começar

Tim e Jess haviam se casado a apenas oito meses, mas a lua de mel certamente já havia acabado. As conversas carinhosas que outrora marcavam o relacionamento foram substituídas por constantes implicâncias. As risadas abrandaram e a distância aumentou. A intimidade sexual já havia praticamente cessado.

O que houve de errado? Como Satanás pode entrar nesse casamento? Conforme eu fui descobrindo a história do casal, descobri que ele não iniciou sua sabotagem na lua de mel, nem mesmo nos primeiros meses do descobrimento da vida a dois. O diabo começou seu trabalho antes mesmo de que eles chegassem ao altar. Mesmo Tim e Jess sendo cristãos, seu namoro e noivado foram marcados pela impureza sexual.

Apesar dos primeiros dias de seu relacionamento terem corrido bem, com o passar do tempo eles começaram a cometer deslizes que se desenvolveram em um padrão profundo de pecado sexual. Sempre que pecavam, eles se confessavam um para o outro entre si e faziam promessas de nunca deixar que isso acontecesse novamente. Mas acontecia. Por causa da vergonha, eles nunca procuraram ninguém para tratar do assunto. Olhando para o passado, Tim e Jess admitem que seu relacionamento foi uma grande farsa.

O Contrato de Casamento


Na semana passada comemorei trinta anos de casamento. Recebemos dezenas de congratulações de nossos amigos, alguns com o seguinte adendo assustador: "Coisa rara hoje em dia". De fato, 40% de meus amigos de infância já se separaram, e o filme ainda nem terminou. Pelo jeito, estamos nos esquecendo da essência do contrato de casamento, que é a promessa de amar o outro para sempre.Muitos casais no altar acreditam que estão prometendo amar um ao outro enquanto o casamento durar. Mas isso não é um contrato. Recentemente, vi um filme em que o mocinho terminava o namoro dizendo "vou sempre amar você", como se fosse um prêmio de consolação. Banalizamos a frase mais importante do casamento. Hoje, promete-se amar o cônjuge até o dia em que alguém mais interessante apareça. "Eu amarei você para sempre" deixou de ser uma promessa social e passou a ser simplesmente uma frase dita para enganar o outro.

Contratos, inclusive os de casamento, são realizados justamente porque o futuro é incerto e imprevisível. Antigamente, os casamentos eram feitos aos 20 anos de idade, depois de uns três anos de namoro. A chance de você encontrar sua alma gêmea nesse curto período de pesquisa era de somente 10%, enquanto 90% das mulheres e homens de sua vida você iria conhecer provavelmente já depois de casado. Estatisticamente, o homem ou a mulher "ideal" para você aparecerá somente, de fato, depois do casamento, não antes. Isso significa que provavelmente seu "verdadeiro amor" estará no grupo que você ainda não conhece, e não no grupinho de cerca de noventa amigos da adolescência, do qual saiu seu par. E aí, o que fazer? Pedir divórcio, separar-se também dos filhos, só porque deu azar? O contrato de casamento foi feito para resolver justamente esse problema. Nunca temos na vida todas as informações necessárias para tomar as decisões corretas.

O que uma Esposa espera de seu Esposo

Desde que Eva foi criada, muita coisa tem mudado na vida das mulheres, mas as coisas mais importantes, aquelas que nos trazem felicidade e realização, permanecem inalteradas por fazerem parte da essência da nossa feminilidade.

Ainda hoje, a esposa precisa que seu marido lhe dê três coisas que satisfarão as necessidades básicas do seu coração: segurança, liberdade e honra. E as três derivam do conceito do amor ágape, o amor doador, sacrificial com que o marido é ordenado a amar sua esposa (Ef. 5:25).

O amor do marido traz segurança à esposa. É o amor que toma a iniciativa e o homem foi especialmente capacitado por Deus para ser o iniciador, o que busca, que corteja, que conquista, o que já faz parte da sua natureza. A mulher que é assim conquistada sente-se segura na sua feminilidade, na sua natureza mais responsiva.

O marido amoroso não apenas conquista o amor da esposa mas o alimenta através de atos carinhosos, como dar a mão a ela quando estão juntos; de palavras amorosas e elogiosas, pois sabe que a mulher é atraída pelo que ouve; de pequenos gestos e sacrifícios que para ele talvez nem façam muito sentido, como dar um presentinho, um ramalhete de flores, assistir a um filme romântico com ela ou planejar algum momento especial só para os dois; de respeito pela pessoa feminina que ela é, por sua maneira diferente de pensar e de se expressar.


Maridos que amam

Uma jornalista feminista certa vez disse: Para ser feliz com um homem, você deve compreendê-lo muito e amá-lo um pouco. Para ser feliz com uma mulher, você deve amá-la muito e nunca tentar compreendê-la (Rowland, “A guide to man”, 1922). Embora fosse uma crítica do casamento, há algo de verdadeiro no conselho de Helen. Deus pede das esposas que se concentrem na submissão que é respeito e sacrifício. E pede aos maridos que, acima de tudo, amem suas esposas (Efésios 5.25-33).

Mas não deveria ser “liderai vossa esposa”, uma vez que Paulo ordenou que as esposas fossem submissas? Não! Com esta ordem fica claro que o correspondente imediato da submissão é o amor e não o domínio. Para ela será mais fácil submeter-se se você a amar como Cristo amou a igreja (v.25). Esse é o caminho do marido para o casamento saudável.

E esse amor implica em entrega voluntária porque Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25b). Foi entregando-se pela Igreja que Ele provou seu amor. Por isso, se você não ama sua esposa como um servo, sua autoridade está esvaziada. Quem defende a autoridade baseada na força — física, emocional, econômica — prova que, na verdade, não tem autoridade nenhuma. O amor do marido implica em sacrifício pela esposa. Implica em esvaziar-se de si mesmo para servir (Fp 2.5-8). Implica em não pensar na própria alegria senão como fruto da alegria dela — e isso requer renúncia. Implica em cuidado e promoção de seu crescimento espiritual — e apenas a sua própria comunhão com Deus e a plenitude do Espírito Santo o conduzirão a uma liderança amorosa.