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Quando o meu Amor se Esfriar

Dia dos Namorados, o dia em que todas as cadeiras dos restaurantes ficarão cheias e quando os casais que não se importam com restaurantes estarão preparando refeições agradáveis ​​um para o outro. Flores serão entregues no trabalho, presentes vão aparecer em caixas de correio e cartões serão trocados.

Gosto do Dia dos Namorados, sou casado com Aileen há 14 anos, nem hoje nem jamais arranjaria uma desculpa para não focar no amor que nós vivemos. Quando se trata de Dia dos Namorados não há realmente nada que eu queira mais, do que passar o meu tempo com minha esposa. Não são os presentes ou as refeições sofisticadas, mas a companhia dela que eu desejo.

Eu amo Aileen e por essa razão gosto de estar com ela, o surpreendente é que, quanto mais tempo eu passo com ela, mais eu a amo e quanto mais eu a amo, mais eu quero estar com ela, e quanto mais tempo eu passo com ela, mais o meu amor cresce. Nosso contentamento um para com o outro cresce, e nos dedicamos em investir tempo um no outro. Essa é a maneira a qual o Senhor tem estruturado relacionamentos, amar é dedicar tempo e dedicar tempo é amar.

No dia em que casei com ela

Eu não sabia quase nada sobre a minha esposa no dia em que casei com ela. Nós namoramos por alguns anos, gastamos incontáveis noites falando no telefone, frequentávamos a igreja, organizamos eventos e até trabalhamos juntos. Mas apesar de tudo isso, nós mal nos conhecíamos. O conhecimento que tínhamos era genuíno, porém raso. E ainda assim, esse pequeno conhecimento foi o suficiente para nos compelir a convidar nossos amigos e familiares a uma pequena igreja em Ancaster onde pudemos prometer as nossas vidas um ao outro.

Eu nunca tive um só momento de arrependimento por ter me casado com Aileen (o que não é a mesma coisa de dizer que nós nunca tivemos desentendimentos ou momentos difíceis). Isso é notável quando eu considero o quão pouco eu sabia dela no dia do nosso casamento. Eu a amava e a admirava tanto quanto a conhecia mas, olhando para trás, consigo ver o quão pouco conhecimento dela eu tinha.

6 inimigos mortais do casamento

O casamento está sob ataque. O casamento sempre esteve sob ataque. O mundo, a carne e o diabo estão sempre se opondo ferozmente ao casamento, em especial a casamentos distintamente cristãos. O casamento, afinal de contas, foi dado por Deus para fortalecer seu povo e para sua própria glória; não é de se assustar, então, que esteja constante sob ataque.

Tenho pensado recentemente sobre alguns dos inimigos mais escancarados do casamento cristão e, para falar a verdade, os inimigos mais evidentes que eu vejo assolar o meu próprio casamento. Aqui estão 6 inimigos mortais do casamento (do cristão em particular).

18 coisas que não me arrependerei de fazer com minha esposa

Há algumas semanas, eu compartilhei 18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos e o tempo que gastei escrevendo aquele artigo me fez pensar sobre os quinze anos de casamento com Aileen (e mais os três anos anteriores de namoro). Eu senti que seria correto pensar em outras 18 coisas e, dessa vez, eu faço essa lista em honra dela.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com minha esposa.

1. Orar com ela. Demorou muito para nós dois começarmos a realmente orar juntos; mesmo agora, temos um longo caminho a percorrer. Contudo, eu tenho aprendido a importância de orar juntos e nunca me arrependo dos momentos que gastamos juntos diante do Senhor.

2. Sair com ela. Todos nós ouvimos centenas de vezes sobre como é importante continuar saindo, mesmo depois de casados. Isso é mais fácil falar que fazer quando os filhos são novos e exigem muita atenção, mas descobrimos que é muito mais fácil agora que os filhos são um pouco mais velhos. Eu nunca me arrependerei desses momentos a sós.

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos

Como a maioria dos pais , eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.

1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.

Somos todos virgens agora

Nós evangélicos somos conhecidos por nossa obsessão com virgindade. Não me entenda mal – eu afirmo que é uma coisa boa e que honra a Deus permanecer sexualmente puro antes do casamento (e durante e depois do casamento também). Como pastor, quero ensinar às pessoas sob meu cuidado o valor de ter suas primeiras experiências sexuais com seus cônjuges no leito matrimonial, não com o par do baile de formatura no banco de trás do carro. Quero que meus filhos valorizem a pureza sexual e entendam que luxúria não é amor, que o amor se expressa por meio do autocontrole. A virgindade é importante porque a pureza sexual é importante porque Deus disse que é importante. Mas ela não é a maior das virtudes. Não é a medida de piedade de um rapaz ou de uma moça. Não é o alvo ou a medida da uma vida cristã.

Desintoxicação Sexual

Introdução

Não é fácil ser um jovem rapaz hoje em dia. Talvez nunca tenha sido fácil, mas atualmente os desafios que os jovens que querem se manter santos enfrentam parecem ser mais difíceis do que nunca. Você vive em um tempo em que a cultura parece estar toda entregue ao sexo. Ele está sempre ao seu redor e você mal consegue evitar sua sedução.

Uma breve teologia do desejo

Há alguns dias, recebi um e-mail de um jovem que lê esse site e que me fez uma questão relativamente simples: Como eu devo reagir ao desejo sexual? Como um adolescente, solteiro e com o casamento em um futuro distante, ele queria saber como Deus gostaria que ele entendesse o desejo sexual. Isso me deu o que pensar, mas aqui está como penso que um jovem pode entender o desejo sexual.

O desejo sexual motiva o casamento. O estímulo te leva ao fato de que Deus quer que você se case. O fato de você sentir desejo sexual é algo bom e concedido por Deus – ele o utiliza para te levar ao casamento. O desejo sexual é parte de como Deus equipou os homens, a fim de que eles procurem uma noiva. Assim, nesse sentido, veja como algo que não é inerentemente mal. O desejo é mal somente se for tratado impropriamente ou se leva ao pecado.

O desejo sexual prega a imperfeição. O próprio fato de você sentir desejo sexual te diz que você é incompleto – incompleto sem uma esposa em quem você pode encontrar satisfação e consumação desse desejo. E penso que esse tipo de incompletude pode te direcionar à realidade maior de que vivemos em um mundo incompleto, poluído pelas realidades do pecado. Pode ser uma grande lição do desejo sexual insatisfeito.

Sexo, Namoro e Relacionamentos

Ontem à noite, minha esposa e eu nos sentamos e fizemos uma contagem aproximada do número de casais que conhecemos e passaram pelo namoro e noivado. É um bom número de amigos, familiares e membros da nossa igreja. Então pensamos em quantos deles mantiveram limites físicos saudáveis e que glorificam a Deus e quantos deles confessaram que não o fizeram. De repente, o número estava longe de ser bom. Essa é uma daquelas áreas onde os cristãos contemporâneos frequentemente agem de forma pobre e é exatamente o motivo de estar surgindo muitos livros recentes sobre namoro, corte, pureza e tudo o mais. Os cristãos estão fracassando e buscando desesperadamente um caminho melhor.

Já faz algum tempo que li um livro sobre namoro e relacionamentos, provavelmente por ter sido naquela época que o assunto me pareceu urgente. Mas recentemente um pastor local me falou que ao pastorear jovens adultos em busca de casamento, ele foi ajudado pelo livro Sex, Dating, and Relationships: A Fresh Approach [Sexo, namoro e relacionamentos: uma nova abordagem], de Gerald Hiestand e Jay Thomas. Decidi verificar e alegro-me por isso.

Hiestand e Thomas chamam a sua abordagem sobre relacionamentos de “uma nova abordagem”, e essa é uma forma correta de descrevê-la. Eles não dão adeus ao namoro e não defendem um retorno à corte de anos atrás. Em vez disso, eles encorajam os cristãos a “sair juntos como amigos”. Nessa pequena expressão “sair juntos” é a atividade e “como amigos” é a categoria de relacionamento. Vocês não são namorado e namorada, mas amigos, e vocês passam algum tempo juntos (i.e., passeiam [1]) como amigos com o propósito de ver se há interesse mútuo e compatibilidade. O romance e a atividade sexual podem aguardar; por ora, trata-se simplesmente de “dois amigos saindo para se conhecer com vista para o casamento”.

Quão Longe é Muito Longe?

Num momento ou outro, todo mundo já fez ou precisou responder as seguintes perguntas: Quando se trata do componente físico de um relacionamento de namoro, quão longe é muito longe? Podemos dar as mãos? Podemos beijar? Podemos ir além de um beijo? Deveríamos explorar o relacionamento físico um pouco mais, a fim de nos assegurar que somos compatíveis?

Estou acostumado a dar a resposta fácil: “Não é quão longe podemos ir, mas quão santos podemos ser. Você está fazendo todas as perguntas erradas!”. Isso pode me fazer sentir inteligente e um tanto piedoso, mas não é uma resposta exatamente satisfatória ou útil.

Em seu livro Sex, Dating, and Relationships: A Fresh Approach [Sexo, namoro e relacionamentos: uma nova abordagem], Gerald Hiestand e Jay Thomas oferecem uma resposta. Eles estão cientes da longa história de respostas legalistas e muitas abordagens falaciosas e baseadas no medo, que têm mais a ver com evitar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez não planejadas do que buscar a santidade. Eles não querem criar uma nova lei, mas extrair uma implicação do significado mais profundo do casamento. Eles estão convencidos que a Bíblia nos oferece exatamente a resposta que estamos procurando. Quão longe é muito longe? “Contrário à opinião popular, a Bíblia fala com clareza — clareza objetiva — sobre o que é fisicamente apropriado entre um homem e mulher não casados num relacionamento pré-marital.”

Falta de oração é egoísmo

Eu já disse muitas vezes que a oração sempre foi uma batalha para mim. Não é que eu não ore – eu oro! – mas considero uma batalha colocar minha teologia em ação no dia a dia e viver minhas convicções mais profundas sobre oração ao realmente orar. Experimento pouco da alegria e do sentimento de realização de que muitos dos grandes “oradores” falam. Com bastante frequência, preciso contar mais com os fatos objetivos sobre oração em que creio do que com algum sentimento subjetivo de satisfação.