Descrentes não “lutam” contra a atração por alguém do mesmo sexo. Eu não me sentia assim. Meu amor por mulheres raramente era uma luta.
Eu não era lésbica desde sempre, mas perto dos trinta anos eu conheci minha primeira namorada. Eu estava apaixonada e acreditava que finalmente havia me encontrado. Sexo com outras mulheres se tornou parte da minha vida e identidade, mas não era a única parte – e nem sempre a maior parte.
Eu simplesmente preferia mulheres em tudo: companhia, conversas, camaradagem e os contornos de seus corpos. Eu me sentia acolhida nesse meio, construindo minha casa e meu lar em meio à comunidade lésbica.
Quando ainda era uma professora de linguística não convertida, advogada do pós-modernismo e pós-estruturalismo e oponente de qualquer meta-narrativa totalizante (como o Cristianismo, eu diria na época), encontrava paz e significado na minha vida como lésbica e na comunidade homossexual que eu ajudava a construir.
Eu não era lésbica desde sempre, mas perto dos trinta anos eu conheci minha primeira namorada. Eu estava apaixonada e acreditava que finalmente havia me encontrado. Sexo com outras mulheres se tornou parte da minha vida e identidade, mas não era a única parte – e nem sempre a maior parte.
Eu simplesmente preferia mulheres em tudo: companhia, conversas, camaradagem e os contornos de seus corpos. Eu me sentia acolhida nesse meio, construindo minha casa e meu lar em meio à comunidade lésbica.
Quando ainda era uma professora de linguística não convertida, advogada do pós-modernismo e pós-estruturalismo e oponente de qualquer meta-narrativa totalizante (como o Cristianismo, eu diria na época), encontrava paz e significado na minha vida como lésbica e na comunidade homossexual que eu ajudava a construir.

