Garotas não deveriam estudar muito… é algo que eu nunca disse, nem acredito, mas frequentemente se presume tal posicionamento a meu respeito, pois eu advogo em prol do lar e do papel da mãe que fica em casa.
Regularmente, recebo e-mails e comentários de pessoas preocupadas com a possibilidade de eu estar propagando a ideia de que meninas precisam apenas da escolaridade suficiente para exercerem os papéis de esposa e mãe. Combine essa falsa suposição com minha real decepção com as universidades seculares e o efeito que elas têm nas mulheres, e você pensará que eu estou fazendo apologia a práticas discriminatórias contra o meu próprio gênero.
Todos os dias, recebo cartas de mães sérias, sinceras e bem instruídas que dizem o seguinte:
Regularmente, recebo e-mails e comentários de pessoas preocupadas com a possibilidade de eu estar propagando a ideia de que meninas precisam apenas da escolaridade suficiente para exercerem os papéis de esposa e mãe. Combine essa falsa suposição com minha real decepção com as universidades seculares e o efeito que elas têm nas mulheres, e você pensará que eu estou fazendo apologia a práticas discriminatórias contra o meu próprio gênero.
Todos os dias, recebo cartas de mães sérias, sinceras e bem instruídas que dizem o seguinte:
“Sinto-me tão sobrecarregada! Você tem dicas de como manter tudo sob controle? Minha casa sempre se parece com um desastre e eu simplesmente não consigo me organizar…”
“O que você faz quando seu marido quer começar um novo negócio? Estou nervosa por causa da ideia e há tensão no nosso casamento. Sei que ele deve ser o líder e eu devo me submeter. Como lidar com esse tipo de situação?”

