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O Papel do Homem/Marido na Família da Aliança

Este capítulo reafirma tudo o que foi dito nos primeiros cinco capítulos e acrescenta novos esclarecimentos sobre as bases já estabelecidas. Chamamos particular atenção para o fato de que nós temos enfatizado que o casamento é uma aliança, que reflete, espelha, representa e dá expressão terrena à Aliança que Deus tem com o seu povo redimido. Neste capítulo queremos enfatizar o papel que o homem deve fielmente assumir e desenvolver no relacionamento do casamento. Esse relacionamento diz respeito particularmente à esposa bem como aos filhos. Antes de prosseguirmos com a discussão do papel do homem/marido no casamento da Aliança, devemos incluir uma experiência necessária, humilhante e de aprendizado que eu tive com um psicólogo cristão.

Nós estávamos trabalhando em uma grande igreja no estado de Michigan. Aproximadamente 225 crianças e jovens participavam da classe de instrução bíblica. Eu ensinava a todos eles. Eu também dirigia o estudo bíblico dos homens todas as semanas, realizava muitos trabalhos pastorais, dirigia os programas de evangelização, participava de um projeto de tradução da Bíblia e ainda pregava duas vezes a cada domingo. Eu era muito ocupado.

Eu e minha esposa Harriet tínhamos cinco filhos e estávamos esperando o sexto para a metade do mês de novembro de 1957. Em outubro daquele ano, nós recebemos um chamado da direção da junta de missões da nossa denominação nos convidando para trabalhar em Victoria, Austrália. Eu sempre tive interesse em missões e já havia me voluntariado para trabalhar no Japão. O meu interesse pelo Japão devia-se aos dezenove meses que lá servi como militar depois do término da Segunda Guerra Mundial. Consultamos o ginecologista de Harriet e ele aconselhou que fôssemos somente após o nascimento da criança. Assim sendo, pedimos um prazo maior para dar a resposta, o que nos foi concedido. A criança nasceu no dia 17 de novembro e depois de alguns dias tornou-se óbvio que ela tinha um problema respiratório. O médico aconselhou-nos a esperar por mais seis semanas para dar a resposta à missão, caso tivéssemos a intenção de aceitar. Assim, conseguimos mais seis semanas de prazo. Nesse período a nossa igreja ficou bastante ansiosa e muitas pessoas solicitavam a nossa permanência. Os presbíteros nos pressionavam a responder “sim” ou “não” e assim aliviar a tensão no meio da igreja.